Os primeiros registos do Lumiar remontam a 1266, dado o crescimento em importância e população, daquela zona da cidade de Lisboa. Em 1312, el Rei D. Dinis efectuou a partilha dos bens do Conde de Barcelos, ficando para D. Afonso Sanches, seu filho bastardo, uma quinta e casa de Campo no Lumiar, a que se passou a chamar Paços do Infante D. Afonso Sanches. Posteriormente, já no reinado de D. Afonso IV, esta residência nobre tomou a designação de Paço do Lumiar, que ainda hoje se mantém e constitui um importante núcleo histórico desta freguesia.
No inicio do séc. XVIII, era definido o Lumiar, como "um sítio de nobres quintas, olivais e vinhas", sendo os principais frutos da terra o vinho, trigo, cevada e o azeite. Desde o início do séc. XIX, a população da freguesia tem registado um aumento progressivo. Em 1903, Júlio Castilho, o pai da olisipografia e morador no Lumiar, via a velha aldeia a transformar-se, escreveu: "o nosso Lumiar, hoje cheio de palacetes e cortado de eléctricos, carruagens e automóveis, formou um novo bairro na Capital".
No séc. XX, assiste-se na freguesia a um forte aumento populacional - tendo a antiga aldeia perdido, nas últimas décadas, quase definitivamente as suas características com os diversos parques habitacionais, com vários grandes projectos urbanísticos.
Desenvolve-se em três pisos, com área social e privada perfeitamente independente. Tem nas duas salas, contíguas, amplas janelas que abrem para um muito bem cuidado e soalheiro jardim. Parte da circulação dentro de portas pode ser feita através de um jardim de inverno o que permite mais uma entrada de luz, a esta já tão alegre moradia.
Localizada em pleno Paço do Lumiar, perto de um campo de golf, centro de ténis, alguns dos melhores colégios da capital e de acessos viários de excelência, esta moradia permite conciliar - em harmonia - a vida urbana com a sua herança histórica.